Mesmo sendo considerada segura, a cirurgia de pterígio ainda pode oferecer riscos ao paciente. O procedimento consiste na total retirada da carne crescida (como é popularmente conhecido) e na cobertura da área que ficou exposta.
A principal complicação da cirurgia é a recidiva do pterígio, isto é, a volta da doença após o procedimento cirúrgico. No entanto, com a modernização das técnicas cirúrgicas, hoje esse risco é reduzido.
Neste artigo, entenda os riscos da cirurgia de pterígio e saiba o que fazer para reduzi-los.
Atenção: esclareça todas as suas dúvidas com o oftalmologista antes de qualquer cirurgia ocular.
Quais são os riscos da cirurgia de pterígio?
Como qualquer procedimento cirúrgico, a cirurgia de pterígio, também chamada de exérese de pterígio, envolve alguns riscos que os pacientes devem conhecer. Veja os principais.
Pterígio recidivado
O risco mais comum é o chamado pterígio recidivado, que é quando a doença volta. As chances de volta são maiores quando não há o transplante para cobertura da área afetada. Ficando exposta, a área fica sensível e mais propícia a possíveis infecções.
Quando a carne no olho volta, acontece, geralmente, nos primeiros 12 meses após a cirurgia ou em pacientes jovens.
Outros riscos possíveis
Além da recidiva, outras complicações pós-operatórias menos comuns são infecções na região operada, má cicatrização da córnea e perfuração da esclera e da córnea, a parte branca do olho.
Como reduzir os riscos da cirurgia?
Felizmente, existem algumas práticas que podem contribuir para a redução dos riscos da cirurgia de pterígio. Fatores como a escolha de uma clínica confiável e de um cirurgião experiente são essenciais para uma cirurgia de pterígio bem-sucedida e sem complicações pós-operatórias.
A escolha da clínica e do cirurgião é decisiva para o sucesso da cirurgia. Avalie a experiência, a especialidade do profissional e a reputação da clínica, incluindo a satisfação de outros pacientes.
A atenção durante a recuperação também ajuda. Proteger os olhos do sol, poeira, vento e poluição é fundamental, assim como utilizar os medicamentos prescritos da forma adequada.
Por fim, o acompanhamento oftalmológico deve ser frequente por, no mínimo, um ano após a cirurgia.
Seguindo estas práticas, é possível ter uma cirurgia de pterígio bem-sucedida e diminuir a chance de complicações.
Onde fazer a cirurgia de pterígio com segurança?
Para realizar a cirurgia de pterígio com segurança e minimizar os riscos de recidiva, busque por clínicas de referência que ofereçam acompanhamento completo.
Nesta etapa, você pode contar com a Central da Visão. Somos uma empresa que ajuda quem precisa operar ou tratar a visão a encontrar clínicas de excelência a preços mais acessíveis e condições facilitadas de pagamento.
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Atenção!
Siga corretamente as indicações médicas do pós-operatório, se atentando aos medicamentos necessários e a proteção aos olhos. Isso evita infecções na área afetada e a volta do pterígio.
Importante!
Esse texto busca sensibilizar os pacientes a buscarem tratamento oftalmológico. Só o médico oftalmologista é capaz de diagnosticar e indicar os tratamentos e/ou cirurgias mais indicadas.
Texto revisado pela Dra. Bárbara Nazareth Parize Clemente, CRM SP: 169506, Título Especialista (RQE): 74181. Médica oftalmologista graduada pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde / PUC-SP, residência médica no Hospital de Olhos Aparecida, subespecialização pelo Instituto da Visão IPEPO.
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