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Tipos de Pterígio nos olhos

O pterígio ou “carne crescida” é uma doença que atinge os olhos. Trata-se de uma membrana composta por tecido fibroso e vasos sanguíneos que cresce do canto interno do olho em direção ao centro. Muito comum no Brasil, principalmente nas regiões nordeste e áreas litorâneas, a doença é benigna, porém pode chegar à córnea e comprometer a visão do paciente.

Entenda quais são os tipos de pterígio.

Tipos de Pterígio

Os tipos de pterígio estão ligados ao seu tamanho e às suas consequências. Existem três tipos:

  • Tipo I: a membrana formada no tipo I é bem definida e cobre a córnea menos do que 2 milímetros, não apresentando risco à visão do paciente;
  • Tipo II: no tipo II a membrana já está maior e mais perceptível, cobrindo a córnea entre 2 e 4 milímetros. Este tipo pode alterar a curvatura da córnea, causando astigmatismo e reduzindo a percepção de forma e contorno dos objetos.
  • Tipo III: já no tipo III, a membrana é ainda maior e ainda mais perceptível, uma vez que avança sobre a córnea mais de 4 milímetros. Além de causar astigmatismo, pode também deixar a vista embaçada, alterando a transparência da córnea.

Além dos três tipos, o pterígio pode ser primário, que é quando o paciente tem a doença pela primeira vez, ou recidivado, que é quando o pterígio volta após a remoção cirúrgica.

Independente de primário ou recidivado, ele pode apresentar dois aspectos distintos. Um é atrófico, que não possui tantos vasos sanguíneos, permitindo que as estruturas do olho debaixo da membrana formada sejam vistas, e outro é o carnoso, que, ao contrário, é mais denso, com mais vasos sanguíneos, não permitindo que as estruturas abaixo sejam vistas.

Quais são os sintomas do pterígio?

O pterígio pode causar coceira, irritação ocular, vermelhidão, lacrimejamento, sensação de areia nos olhos, pouca tolerância à luz e ardor. Dependendo da intensidade dos sintomas, o pterígio pode ser bem incômodo. Se você tem qualquer desses sintomas agende uma consulta com o médico oftalmologista. Ele é o profissional indicado para diagnosticar e indicar o tratamento correto de pterígio.

Como tratar o pterígio? Tem cura?

O pterígio possui crescimento lento, possibilitando o seu tratamento antes de atingir a córnea e comprometer a visão do paciente. Os tratamentos mais comuns envolvem a aplicação de colírios anti-inflamatórios e lágrimas artificiais receitadas pelos oftalmologistas. A proteção aos olhos contra a ampla exposição a raios solares, vento e poluição, também ajuda no tratamento da doença, impedindo seu desenvolvimento.

Para não ter mais pterígio, a solução efetiva é a cirurgia. Técnicas mais elaboradas e que reduzem as chances de pterígio recidivado consistem na retirada do pterígio e um transplante de conjuntiva para cobrir a área afetada. Geralmente, as cirurgias duram cerca de 30 minutos, com rápida recuperação, levando de sete a dez dias para que o paciente retorne à sua rotina de trabalho.

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Importante!

Esse texto busca sensibilizar os pacientes a buscarem tratamento oftalmológico. Só o médico oftalmologista é capaz de diagnosticar e indicar os tratamentos e/ou cirurgias mais indicadas. Texto revisado pela Dra. Bárbara Nazareth Parize Clemente, CRM SP: 169506, Título Especialista (RQE): 74181. Médica oftalmologista graduada pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde / PUC-SP, residência médica no Hospital de Olhos Aparecida, subespecialização pelo Instituto da Visão IPEPO.

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