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Cirurgia de Pterígio: quais os riscos

Muito comum no Brasil, o pterígio é uma doença oftalmológica que consiste no crescimento de uma pequena membrana semelhante à conjuntiva (membrana que cobre a parte branca do olho) a partir do canto interno em direção ao centro do olho. A única maneira de se ver livre do pterígio é sua remoção cirúrgica.

Como qualquer processo cirúrgico, a cirurgia de pterígio também tem seus riscos. Para entendê-los melhor, saiba mais sobre a doença e os métodos utilizados na cirurgia. É fundamental, antes de qualquer cirurgia, esclarecer todas as dúvidas com o oftalmologista.

Quais são as causas e os sintomas do pterígio?

Acredita-se que o pterígio seja causado por fatores ambientais, como ampla exposição a raios solares, vento e poluição, ou também por hereditariedade. Pessoas que trabalham ou ficam muito tempo ao ar livre, expostas a esses fatores, correm mais riscos de desenvolver a doença, principalmente se não utilizam óculos escuros de boa qualidade ou chapéus e bonés, que protegem os olhos.

Irritação ocular, coceira, sensação de areia nos olhos e pouca intolerância à luz são alguns sintomas comuns do pterígio, além de ardor, vermelhidão e lacrimejamento.

Quando é recomendada a cirurgia de pterígio?

A cirurgia de pterígio é recomendada quando a doença cresce o suficiente para chegar à córnea, resultando em uma vista embaçada ou com dificuldade para focalizar objetos, que é o caso em que o paciente desenvolve o astigmatismo e também hipermetropia. Também há recomendação quando os sintomas do pterígio afetam a qualidade de vida do paciente.

Como é feita a cirurgia de pterígio?

Existem dois métodos cirúrgicos para a remoção do pterígio. O mais simples consiste na aplicação da anestesia e a remoção da pele crescida, sem cobrir a área afetada e deixando que ela se recupere sozinha com o tempo. Em cirurgias mais elaboradas, a anestesia é aplicada, a pele crescida é removida e a área afetada é coberta por meio de um transplante de conjuntiva com o auxílio de uma cola cirúrgica para isso, em substituição aos pontos. Normalmente, as cirurgias são práticas, durando cerca de 30 a 45 minutos, e com rápida recuperação, levando de sete a quatorze dias para o paciente voltar à sua rotina de trabalho.

Quais são os riscos da cirurgia de pterígio?

O risco principal e muito comum da cirurgia de pterígio é o chamado pterígio recidivado, que é quando a doença volta. As chances de volta são maiores quando não há o transplante para cobertura da área afetada, deixando-a sensível e propícia a possíveis infecções. O pterígio volta, geralmente, nos primeiros doze meses após a cirurgia ou em pacientes jovens.

Outros riscos possíveis são a má cicatrização da córnea e a perfuração da esclera e da córnea, a parte branca do olho. Por isso, é fundamental escolher um oftalmologista que tenha uma boa experiência em cirurgias de pterígio.

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O que fazer se o pterígio voltar?

Caso o pterígio volte, é possível fazer uma nova operação. Na maioria dos casos, após a segunda cirurgia, a doença não volta mais.

Atenção!

Siga corretamente as indicações médicas do pós-operatório, se atentando aos medicamentos necessários e a proteção aos olhos, a fim de evitar infecções na área afetada e a volta do pterígio.

Importante!

Esse texto busca sensibilizar os pacientes a buscarem tratamento oftalmológico. Só o médico oftalmologista é capaz de diagnosticar e indicar os tratamentos e/ou cirurgias mais indicadas. Texto revisado pela Dra.Bárbara Nazareth Parize Clemente, CRM SP: 169506, Título Especialista (RQE): 74181. Médica oftalmologista graduada pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde / PUC-SP, residência médica no Hospital de Olhos Aparecida, subespecialização pelo Instituto da Visão IPEPO.

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