Quais os riscos da cirurgia de catarata em idosos?

Quais os riscos da cirurgia de catarata em idosos?

A solução para a catarata é a cirurgia, porém, quais são os riscos que pacientes idosos correm ao passar pelo procedimento? Saiba mais!
Quais os riscos da cirurgia de catarata em idosos?
Publicado em 17 de março de 2023

Índice

A catarata é uma doença mais presente em idosos. No caso, eles têm a lente natural dos olhos – chamada cristalino – comprometida e passam a ter problemas para enxergar com clareza. A solução para o problema é a cirurgia, porém, esses pacientes, em especial, podem apresentar riscos adicionais em comparação a pessoas mais jovens.

Embora a cirurgia de catarata seja um procedimento considerado simples, indolor e de baixo risco, ainda é necessário tomar alguns cuidados fundamentais para que tudo dê certo.

No caso de pacientes idosos, por exemplo, sua condição de saúde interfere na possibilidade de passar pela cirurgia, uma vez que, dependendo do caso, a operação pode não ser recomendada no momento.

No entanto, isso não significa que adultos com mais de 60 anos não possam passar pelo processo cirúrgico e recuperar sua qualidade de vida. Seguindo corretamente todas as instruções de um profissional oftalmologista experiente, é possível, sim, realizar a cirurgia e voltar a enxergar melhor.

A seguir, entenda mais sobre os riscos da cirurgia de catarata para idosos e veja por que a operação é tão recomendada mesmo na idade mais avançada.

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Riscos da cirurgia de catarata em idosos: quais são?

A grande maioria das cirurgias de catarata é realizada em idosos, que comumente têm a saúde mais frágil. Isso exige que o médico oftalmologista responsável faça uma avaliação prévia e mais criteriosa da condição clínica do seu paciente.

Sendo assim, uma consulta presencial com o cirurgião é fundamental para que o profissional avalie se o idoso pode ou não operar a catarata. A possibilidade varia de caso para caso, e todo cuidado é pouco em uma situação como essa.

Apesar disso, há alguns problemas mais comuns, mas que não necessariamente impedem o procedimento. Em algumas situações, eles podem apenas adiar o procedimento cirúrgico, sem de fato impossibilitar o paciente de se submeter à cirurgia. Veja alguns abaixo.

Idosos com diabetes

Ter diabetes, por si só, não é impeditivo para a cirurgia de catarata. Entretanto, a doença descontrolada pode adiar a realização da cirurgia. Vale lembrar que isso acontece tanto em pacientes idosos quanto nos mais jovens, que possuem outro tipo de catarata diferente da senil.

Idosos com problemas cardiológicos ou hipertensos

Assim como os pacientes diabéticos, os hipertensos também podem ter a cirurgia de catarata reagendada caso a pressão arterial não esteja controlada. Já idosos ou jovens que possuem problemas cardiológicos precisam de uma avaliação com um cardiologista para avaliar se o procedimento pode ser realizado com segurança.

Idosos com outros problemas oftalmológicos

Novamente, outros problemas oftalmológicos não costumam ser um impeditivo para a realização da cirurgia de catarata. Inclusive, em alguns casos, é possível tratar as duas doenças em um só procedimento cirúrgico. De qualquer forma, somente após a consulta o médico poderá dizer como proceder no caso de mais de um problema oftalmológico.

Quais os riscos gerais da cirurgia de catarata?

Além dos riscos em pacientes que têm alguma contraindicação, a cirurgia de catarata, mesmo sendo um procedimento seguro, ainda pode oferecer riscos, assim como qualquer outro procedimento cirúrgico.

Entre as possíveis complicações estão:

  • Sangramento dentro e fora do olho;
  • Inchaço e perda de fluidos dos olhos;
  • Infecção ocular;
  • Descolamento de retina.

Vale destacar que esses riscos são raros. A boa escolha da clínica oftalmológica e do cirurgião especialista pode facilmente reduzir as chances de complicações.

Os riscos de não fazer a cirurgia de catarata

Boa parte dos pacientes se preocupa com os riscos de fazer uma cirurgia de catarata. Sem dúvida essa é uma questão importante e a melhor forma de reduzir essa preocupação é esclarecer todas suas dúvidas numa boa consulta médica com o oftalmologista.

Entretanto, é fundamental avaliar também os riscos de deixar de fazer a cirurgia de catarata se ela for recomendada por um oftalmologista. Um deles é a perda grave da visão.

A catarata evolui até a chegar à cegueira reversível, e a única forma de tratar é cirúrgica. Essa perda visual traz muitos impactos na vida do paciente, como riscos de acidentes domésticos, perda de independência e autonomia, possibilidade de depressão, entre outras complicações.

Outro risco está relacionado a outros problemas oftalmológicos. A catarata muito avançada prejudica o exame de fundo de olho, que é muito importante de ser feito – em especial no caso de pacientes diabéticos – e que identifica outras doenças oculares, especialmente de retina.

Com isso, o paciente que desenvolver problemas de retina e estiver com catarata avançada pode deixar de ter o diagnóstico correto e ter a visão comprometida de forma irreversível.

No vídeo abaixo, saiba mais sobre a importância de operar a catarata.

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Como ter o diagnóstico de catarata?

Para ter o diagnóstico de catarata, é preciso comparecer a uma consulta oftalmológica para, assim, entender quais são os riscos existentes e receber a prescrição corretamente.

Neste caso, você pode buscar o atendimento nas clínicas credenciadas no seu plano de saúde, em clínicas particulares ou no SUS, o Sistema Único de Saúde.

Clínicas particulares podem cobrar valores não tão acessíveis, enquanto a fila do SUS pode levar um bom tempo, o que acaba comprometendo ainda mais a visão do paciente.

Em casos como esses, conte com a Central da Visão! Conosco, é possível encontrar clínicas com mais de 20 anos de experiência em vários estados do Brasil, e o melhor: a preços acessíveis.

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Importante!

Esse texto busca sensibilizar os pacientes a buscarem tratamento oftalmológico. Só o médico oftalmologista é capaz de diagnosticar e indicar os tratamentos e/ou cirurgias mais indicadas. Texto revisado pela Dra. Bárbara Nazareth Parize Clemente, CRM SP: 169506, Título Especialista (RQE): 74181. Médica oftalmologista graduada pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde / PUC-SP, residência médica no Hospital de Olhos Aparecida, subespecialização pelo Instituto da Visão IPEPO
Caso seja necessária alguma retificação desse conteúdo, por favor, ligue grátis para 0800-608-2130.

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Mariana Ferrão

Jornalista especialista em saúde e bem-estar, Embaixadora Central da Visão