Retinopatia hipertensiva: o que é e como tratar

Retinopatia hipertensiva: o que é e como tratar

Entenda o que é a retinopatia hipertensiva e seus sintomas, e veja quais são os principais tratamentos para preservar a visão.
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Publicado em 5 de fevereiro de 2026

Índice

A retinopatia hipertensiva é uma lesão na retina associada à hipertensão arterial, ou seja, à pressão alta. Ela acontece quando a pressão arterial está alta e acaba refletindo nos vasos sanguíneos presentes na retina, estrutura do olho que é responsável pela formação da imagem.

Entenda como a retinopatia hipertensiva atinge os olhos, podendo levar à perda de visão, e saiba quais tratamentos ajudam a reduzir os danos causados pela doença.

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O que é retinopatia hipertensiva?

A retinopatia hipertensiva ocorre quando a pressão arterial elevada causa alterações nos vasos sanguíneos na retina. As paredes dos vasos ficam mais grossas, o que dificulta a passagem do sangue.

Desta forma, o oxigênio e os nutrientes necessários, que devem ser carregados por toda a retina, ficam limitados, não chegando a toda a superfície. Áreas da retina que não recebem o fluxo sanguíneo adequadamente podem sofrer lesões, como perda parcial da visão.

Além disso, pode haver o crescimento de neovasos – vasos superficiais -, que são mais frágeis e correm o risco de serem rompidos. Caso isso aconteça, o sangue se espalha pela retina, causando a perda parcial da visão, principalmente caso o sangue atinja a mácula, que é a parte central da retina.

Quais os sintomas da retinopatia hipertensiva?

Os sintomas da retinopatia hipertensiva podem não aparecer nos primeiros estágios da doença, fazendo com que o paciente só tenha ciência da complicação quando esta atingir níveis mais sérios.

Quando perceptíveis, os sintomas podem ser redução de visão, sensibilidade à luz (fotofobia) e dores de cabeça. As hemorragias e o acúmulo de líquido na retina ainda podem agravar a redução de visão.

Além dos sintomas, a retinopatia hipertensiva pode causar trombose venosa da retina, catarata, descolamento de retina, hemorragia vítrea e glaucoma.

Como tratar a retinopatia hipertensiva?

A retinopatia hipertensiva não tem cura, entretanto, há tratamentos que podem impedir que o quadro se agrave.

O tratamento principal é o controle da hipertensão. Assim, é necessário que quem tem pressão alta mantenha cuidados para evitar que a pressão se eleve demais, além de controlar fatores como obesidade, colesterol alto e diabetes.

Entre os cuidados, destaca-se a atenção com a boa alimentação com redução no consumo de alimentos com sódio e a prática de exercícios.

Se houver a necessidade de reparações na retina, como quando há edema macular, o paciente pode ser submetido ao tratamento com laser, chamado fotocoagulação, diminuindo o vazamento das veias rompidas e o risco de hemorragia vítrea e distorção da retina.

Além desses, há também a injeção de medicamentos nos olhos, tratando o crescimento de neovasos e o edema macular. Ou ainda, a cirurgia de vitrectomia, indicada para casos mais graves. O processo cirúrgico trata a hemorragia vítrea e o descolamento de retina.

Como prevenir a doença?

Para prevenir as complicações da retinopatia hipertensiva, o paciente hipertenso precisa, além de cuidar de sua saúde, cuidar da saúde de seus olhos, uma vez que corre o risco de só perceber a presença da doença quando ela estiver em seu estágio mais avançado.

Assim, é importante comparecer regularmente ao oftalmologista para fazer consultas e exames, a fim de ter o diagnóstico o mais cedo possível e fazer o tratamento adequado antes que a visão seja comprometida.

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Onde buscar tratamento para retinopatia hipertensiva?

Para ter o tratamento adequado para a retinopatia hipertensiva, você pode contar com a Central da Visão. Conosco, é possível encontrar clínicas com mais de 20 anos de experiência em vários estados do Brasil, e o melhor: a preços acessíveis.

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Para saber mais e agendar sua consulta, ligue para 0800-608-2130 ou nos chame no WhatsApp usando o mesmo número.

Importante!

Esse texto busca sensibilizar os pacientes a buscarem tratamento oftalmológico. Só o médico oftalmologista é capaz de diagnosticar e indicar os tratamentos e/ou cirurgias mais indicadas.
Texto revisado pela Dra. Bárbara Nazareth Parize Clemente, CRM SP: 169506, Título Especialista (RQE): 74181. Médica oftalmologista graduada pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde / PUC-SP, residência médica no Hospital de Olhos Aparecida, subespecialização pelo Instituto da Visão IPEPO.

Caso seja necessária alguma retificação desse conteúdo, por favor, ligue grátis para 0800-608-2130.

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Mariana Ferrão

Jornalista especialista em saúde e bem-estar, Embaixadora Central da Visão