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Mariana Ferrão
Jornalista especialista
em saúde e bem-estar
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A cirurgia de retina é um procedimento essencial para tratar diversas condições oculares graves que podem comprometer seriamente a visão.
Essa intervenção médica visa preservar ou restaurar a saúde da retina, uma parte fundamental do olho responsável pela captação de imagens.
Descubra quando a cirurgia é indicada, os tipos de procedimentos disponíveis, como é o processo e quais os cuidados necessários para a recuperação.
A cirurgia de retina é indicada em casos de doenças graves ou emergências que podem levar à perda parcial ou total da visão, principalmente:
Descolamento de retina
Ocorre quando a retina se separa da parte de trás do olho, interrompendo a captação de luz e imagens, e afetando, geralmente, adultos acima dos 50 anos
Buraco macular
É uma abertura na região central da retina, a mácula, que pode prejudicar a visão, mais comum em pessoas em idade avançada ou com miopia
Retinopatia diabética
Uma complicação do diabetes que afeta os vasos sanguíneos da retina, causando hemorragias e inchaços
Cada uma dessas condições exige atenção médica imediata para evitar danos permanentes. Por isso, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado melhoram os resultados e reduzem a lesão na retina.
Existem diversos tipos de cirurgias de retina, cada um indicado para casos específicos.
É feita a remoção do humor vítreo, uma substância gelatinosa do olho, para tratar problemas como descolamento de retina ou hemorragias vítreas. Ele é substituído por uma solução salina, gás ou óleo de silicone, para auxiliar na estabilização da retina.
Neste procedimento, uma bolha de gás é injetada no olho para pressionar a retina de volta à posição original. É mais usada em casos em estágio inicial.
Aqui, uma faixa de silicone é colocada ao redor do olho para fazer uma leve pressão no olho, de modo a fechar as rupturas na retina de fora para dentro.
O processo depende do tipo de cirurgia, mas costuma envolver 4 etapas.
Preparação
Exames pré-operatórios são realizados para avaliar a condição da retina e a saúde geral do paciente.
Anestesia
Pode ser local ou geral.
Execução
O cirurgião utiliza equipamentos de alta precisão para reparar ou estabilizar a retina.
Finalização
São aplicados medicamentos e uma cobertura protetora.
O tempo de recuperação varia conforme a intervenção e a gravidade do caso, e leva semanas ou meses, dependendo de alguns fatores, como:
Nesse período, revisões periódicas com o oftalmologista também são essenciais para monitorar o progresso e prevenir complicações.
Como ocorre em qualquer procedimento cirúrgico, a cirurgia de retina também envolve alguns riscos. Um deles é a infecção, que pode ser prevenida com uso adequado de medicamentos e cuidados rigorosos no pós-operatório.
Outro risco é a hemorragia durante ou após a operação, que deve ser monitorada.
Em casos mais graves, pode haver descolamento recorrente, que demanda uma intervenção adicional para ser corrigido.
Isso depende de fatores cruciais, especificamente a gravidade e a duração do problema, o estado inicial da retina e o intervalo entre o diagnóstico e a realização da cirurgia.
Esses aspectos são determinantes e, associados aos cuidados na recuperação, potencializam o tratamento.
Em situações mais graves, os resultados podem ser limitados, mas o tratamento precoce aumenta significativamente as chances de melhora na visão.
Os cuidados pós-operatórios são fundamentais para o sucesso da cirurgia, então:
Evite esforços físicos e atividades intensas
Use os colírios prescritos pelo médico
Mantenha a posição da cabeça indicada, caso recomendada
Não esfregue ou coce os olhos
Atente-se aos sinais de alerta, como dor intensa, vermelhidão ou perda repentina da visão
Ao seguir essas orientações, você ajuda a prevenir complicações e garante uma recuperação mais rápida e confortável.
O valor depende de alguns aspectos, por isso a avaliação individual é necessária.
Complexidade do caso
Correções mais simples podem ser menos custosas do que as que exigem procedimentos mais detalhados
Experiência do cirurgião
Cirurgiões altamente qualificados e com vasta experiência podem ter honorários mais elevados
Localização
As clínicas localizadas em grandes centros urbanos costumam cobrar mais do que aquelas em cidades afastadas
Equipamentos
Os materiais utilizados e uso de tecnologia avançada, como imagens de alta resolução, impactam o valor final
Planos de saúde
A cobertura depende da empresa que fornece o plano, que pode cobrir parcialmente ou até integralmente o procedimento
Embora o custo final seja importante, priorize sua saúde e a segurança do procedimento. Fazer uma avaliação completa com especialistas é vital para entender suas necessidades e o orçamento final.
A Central da Visão pode te ajudar! Nossas clínicas oftalmológicas parceiras contam com especialistas em cirurgia de retina e tecnologia de ponta, oferecendo um atendimento confiável, de qualidade e com valor mais acessível. Agende sua consulta e veja a vida com mais clareza!
O que é a retina?
A retina é um tecido fino que reveste a parte de trás da superfície interna do olho. Ela é fundamental para a visão, uma vez que recebe a luz e, por meio do nervo óptico, a direciona para o cérebro, que a transforma em imagem. Pensando no olho como uma câmera fotográfica analógica, a retina é como o filme fotográfico, onde as imagens são reproduzidas.
Quais os principais sintomas de quem precisa de uma cirurgia de retina?
Os principais sintomas que uma pessoa que precisa de uma cirurgia de retina pode apresentar são moscas volantes (manchas pretas e flutuantes na visão), visão central turva, embaçada ou borrada, e redução gradativa da visão. Dependendo do tipo de problema (retinopatia, descolamento de retina ou buraco macular), é possível ver flashes de luz, ter parte do campo de visão escurecida, e até perda súbita total ou parcial da visão. Na presença desses sintomas, é importante consultar um oftalmologista especialista para saber sobre a necessidade ou não de cirurgia.
Doenças que afetam a retina podem causar cegueira?
Se não tratadas no tempo adequado, o paciente pode, sim, ter uma perda visual significativa. Doenças que afetam a retina exigem total atenção, pois a consequente perda de visão, parcial ou total, pode ser irreversível. Por isso, é fundamental se atentar aos sintomas e procurar um oftalmologista o quanto antes.
Quais exames são necessários para o diagnóstico de problemas de retina?
Os principais exames necessários são mapeamento de retina e tomografia de coerência óptica (OCT). Topografia, biometria e microscopia também podem ser solicitados, de acordo com a avaliação médica.
A cirurgia de retina dói?
Não, a cirurgia de retina, independente do procedimento, é realizada sob anestesia. A anestesia normalmente é local com sedação, para que o paciente fique relaxado e menos ansioso durante a intervenção cirúrgica. Dependendo da avaliação médica, a anestesia também pode ser geral, geralmente utilizada em casos específicos e raros.
Pode viajar depois de uma cirurgia de retina?
Viagens que envolvem mudança de altitude e pressão atmosférica podem não ser recomendadas durante o período pós-operatório. Procedimentos que envolvem a injeção de gás ou ar dentro do olho exigem que o paciente não se submeta a esse tipo de alteração, que pode causar a expansão do gás injetado e resultar no aumento da pressão intraocular, gerando sério risco de perda irreversível da visão. Viagens de avião, para praia ou montanha (que costumam ter serra) devem ser realizadas após o período indicado pelo cirurgião oftalmologista. Já outros tipos de procedimentos, como os que utilizam óleo de silicone, normalmente não têm essa contraindicação.
Precisa de acompanhante para fazer cirurgia de retina?
Sim. Considerando os efeitos da sedação, da dilatação da pupila e da própria cirurgia (como sensibilidade à luz), é fundamental que o paciente que vai fazer uma cirurgia de retina leve um acompanhante, visando sua segurança no retorno para casa. A cirurgia não exige internação e a alta ocorre no mesmo dia. Vale destacar que o paciente recém-operado não deve dirigir.
Quem faz cirurgia de retina fica quantos dias afastado do trabalho?
O período de afastamento varia de acordo com o procedimento cirúrgico e com o trabalho do paciente. Normalmente, o paciente deve permanecer em repouso nos primeiros 15 dias. Apenas o cirurgião oftalmologista pode indicar o tempo adequado para o retorno às atividades profissionais e cotidianas.
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