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Estrabismo tem cura? Conheça os tratamentos

Veja quais são os tratamentos para o estrabismo e porque é tão importante tratar essa doença.

O desvio ocular chamado estrabismo afeta a visão do paciente fazendo com que um ou os dois olhos apontem para uma direção diferente, resultando em duas imagens distintas que chegam ao cérebro. Esse distúrbio, que tem diferentes causas, pode ter cura se tratado adequadamente e no tempo correto. Entenda quais são os tratamentos para o estrabismo.

 Quais são os tratamentos para estrabismo?

Idealmente o tratamento para correção do estrabismo deve começar o quanto antes. Quanto mais cedo o distúrbio é tratado, maior a chance da recuperação total da visão. Além disso, cada tipo de estrabismo exige um tipo adequado de tratamento. Portanto, pacientes crianças devem ser levados ao oftalmologista assim que houver a suspeita de estrabismo, para que o tratamento seja o correto.

Os possíveis tratamentos são:

  • Uso de óculos de grau, prescrito pelo oftalmologista, para corrigir a hipermetropia (uma das causas do estrabismo);
  • Uso de tapa-olho no olho que apresenta melhor qualidade de visão, para estimular o desenvolvimento da visão e exercitar o olho preguiçoso.
  • Aplicação de toxina botulínica (Botox), que relaxa os músculos responsáveis pelo olho afetado que estão contraídos. Quando relaxados, voltam ao normal, corrigindo o desvio;
  • Cirurgia de estrabismo, indicada quando os demais tratamentos não são satisfatórios. Normalmente, adultos que sofrem algum tipo de trauma que afeta o sistema nervoso e acabam tendo estrabismo, não devem tratar o distúrbio com lentes corretivas ou tapa-olhos, pois seus músculos já estão mais enrijecidos, fazendo com que tais medidas não deem resultado algum.

Por que tratar o estrabismo?

O tratamento do estrabismo é fundamental para que os pacientes se vejam livre dos sintomas, que envolvem desde a dificuldade para enxergar corretamente até dores de cabeça e no pescoço. Corrigir este problema é importante para que a visão perfeita do indivíduo seja restabelecida e ele não tenha mais dores, além do desvio ocular que é o sintoma mais evidente.

Outra razão para não deixar de tratar o estrabismo é que ele pode causar, progressivamente, a cegueira do olho afetado. Isso acontece da seguinte forma: o cérebro recebe duas imagens, que são as captadas pelos olhos. Em pacientes que não têm estrabismo, essas duas imagens são unidas pelo cérebro, que as identifica como uma só por sua semelhança. Em pacientes estrábicos, as imagens recebidas pelo cérebro são diferentes, o que faz com que a imagem do olho afetado seja ignorada. A partir deste fato, a parte cerebral responsável pelo movimento dos olhos não se desenvolve pelo desuso, resultando na perda progressiva da visão, podendo chegar até a sua perda total.

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Importante!

Esse texto busca sensibilizar os pacientes a buscarem tratamento oftalmológico. Só o médico oftalmologista é capaz de diagnosticar e indicar os tratamentos e/ou cirurgias mais indicadas. Texto revisado pela Dra.Bárbara Nazareth Parize Clemente, CRM SP: 169506, Título Especialista (RQE): 74181. Médica oftalmologista graduada pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde / PUC-SP, residência médica no Hospital de Olhos Aparecida, subespecialização pelo Instituto da Visão IPEPO.

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